DIA 25 A PARÓQUIA DO ANIL REALIZOU A GRANDE PROCISSÃO COM AS IMAGENS PEREGRINAS DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO. A PROCISSÃO SAIU DO CRUZEIRO DO ANIL COM DESTINO A IGREJA MATRIZ DO ANIL ONDE HOUVE MISSA SOLENE E QUERMESSE MARIANA.
Que a Imaculada Conceição te abençoe pela visita, hoje é
domingo, 26 de maio de 2013
SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE
Homilia do D. Henrique
Soares da Costa – Santíssima Trindade – Ano C
Pr
8,22-31
Sl 8
Rm 5,1-5
Jo 16,12-15
Sl 8
Rm 5,1-5
Jo 16,12-15
É
estranho celebrar com uma festa litúrgica a Santíssima Trindade, pois a
Trindade Santa é celebrada em toda a vida cristã e, particularmente, em
toda e cada Eucaristia. Recordemos que a Missa é glorificação da Trindade
Santíssima, na qual o Filho se oferece e é por nós oferecido ao Pai no Espírito
Santo, para a salvação nossa e do mundo inteiro. Mas, aproveitando a festa
hodierna, façamos algumas considerações que nos ajudem na contemplação e
adoração desse Mistério tão santo, que nos desvela a vida íntima do próprio
Deus.
Poderíamos
começar com uma pergunta provocadora: como a Igreja descobriu a Trindade?
Descobriu, como duas pessoas se descobrem: revelando-se! Duas pessoas somente
se conhecem de verdade se conviverem, se forem se revelando no dia-a-dia, se se
amarem. Só há verdadeiro conhecimento onde há verdadeiro amor. É costume
dizer-se que ninguém ama o que não conhece; pois, que seja dito também: ninguém
conhece o que não ama. O amor é a forma mais profunda e completa de
conhecimento! Foi, portanto, por puro amor a nós, à nossa pobre humanidade, que
Deus quis dirigir-se a nós, revelar-se, convivendo conosco, abrindo-nos seu
coração, dando-nos a conhecer e a experimentar seu amor… E fez isso
trinitariamente! Então, desde o início, a Igreja experimentou Deus na sua vida
concreta, e o experimentou trinitariamente, como Pai, como Filho e como
Espírito Santo. Antes de falar sobre a Trindade, a Igreja experimentou a
Trindade!
Primeiramente,
o Senhor Deus incutiu no coração do povo de Israel e da própria Igreja que ele
é um só: “Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus, o Senhor é um só!” Um porque não
pode haver outro ao seu lado, Um porque não pode ser multiplicado, Um porque
não pode ser dividido e Um porque deve ser o único horizonte, o único apoio, a
única rocha de nossa existência: ele, o Senhor Deus, é o único absoluto, o
único que é, sem princípio e sem fim, sem mudança e sem limite! Jamais
poderemos imaginar tal grandeza, tal plenitude, tal suficiência de si mesmo!
Deus É – e basta! Tudo o mais apenas existe porque vem dele, daquele que É!
Mas, ele não é um Deus frio: sempre apresentou-se ao povo de Israel como um
Deus amante, um Deus de misericórdia e compaixão, um Deus que não sossega
enquanto não levar à plenitude da vida as suas criaturas. Por isso, com
paciência e bondade, conduziu o seu povo de Israel, formando-o, educando-o,
orientando-o e prometendo um futuro de bênção e plenitude, de eternidade e
abundância de dons, que se concretizaria com um personagem que ele enviaria: o
Messias, seu Ungido.
Esse
Messias prometido, nós, cristãos, o reconhecemos em Jesus, nosso Senhor. Ele é
o enviado de Deus, do Deus único, Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó, Deus do
povo de Israel. A esse Deus tão grande e tão santo, Jesus chamava de Abbá –
Papai: o meu Papai! A si mesmo, Jesus se chamava “o Filho” – Filho único,
unigênito de Deus, Filho Amado! Mais ainda: o próprio Jesus, que veio para nós
e por amor de nós, agiu neste mundo, em nosso favor, com uma autoridade que
ultrapassava de longe a autoridade de um simples ser humano: ele agia como o
próprio Deus. Não só interpretava a Lei de Moisés, como também a modificou e a
ultrapassou; perdoava os pecados, exigia um amor e uma obediência absolutos à
sua pessoa… amor que somente Deus pode exigir. Jesus se revelava igual ao Pai,
absolutamente unido a ele: “Eu e o Pai somos uma coisa só! Quem me vê, vê o
Pai. Eu estou no Pai e o Pai está em mim”. Após a ressurreição, a Igreja
compreendeu, impressionada, maravilhada: Jesus não somente é o enviado daquele
Deus a quem chamava de “Pai”, mas ele é igual ao Pai: ele é Deus como o Pai, é
eterno como o Pai, é o Filho amado pelo Pai desde toda a eternidade. Então, o
Deus de Israel é Pai, Pai eterno, Pai eternamente, que eternamente gera no amor
o Filho amado. Por amor, ele nos enviou este Filho: “Verdadeiro homem,
concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu em tudo a condição
humana, menos o pecado. Anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a
liberdade, aos tristes, a alegria”. E para realizar o plano de amor do Pai,
“entregou-se à morte e, ressuscitando dos mortos, venceu a morte e renovou a
vida”.
Mas, há
ainda mais: o Filho, ressuscitado e glorificado, derramou sobre seus discípulos
o Espírito Santo, que é o próprio Amor que o liga ao Pai. Este Espírito de Amor
não é uma coisa, não é simplesmente uma força, não é algo: é Alguém, é o Amor
que une o Pai e o Filho, e agora é, na Igreja de Cristo, o
Paráclito-Consolador, Aquele que dá testemunho de Jesus morto e ressuscitado,
Aquele que vivifica e orienta a Igreja, Aquele que renova em Cristo todas as
coisas. Ele é o Dom que o Filho ressuscitado recebeu do Pai e derramou sobre a
Igreja, para santificar todas as coisas. Este Espírito permanece no nosso meio
na Palavra e nos sacramentos; este Espírito conserva a Igreja unida na mesma fé
e na mesma caridade fraterna, este Espírito é a Força divina, a Energia
criadora que nos ressuscitará, como ressuscitou o Filho Jesus para a glória do
Pai.
É assim
que a Igreja confessa um só Deus, imutável, indivisível, perfeito, eterno,
absolutamente um só. Mas confessa e experimenta igualmente que este Deus único
é real e verdadeiramente Pai, Filho e Espírito Santo, numa Trindade de amor
perfeito e perfeitíssima Unidade. A oração inicial da Missa de hoje, exprime
este Mistério: “Ó Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade, que
é o Filho, e o Espírito santificador, revelastes o vosso inefável mistério.
Fazei que, professando a verdadeira fé, reconheçamos a glória da Trindade e
adoremos a Unidade onipotente”.
Continuemos,
então, a nossa Eucaristia, na qual torna-se presente sobre o Altar a oferta do
Filho que, por nós, entregou-se ao Pai num Espírito eterno.
Ao Pai,
ao Filho e ao Santo Espírito, Trindade santa a consubstancial, a glória e o
louvor pelos séculos dos séculos. Amém.
Dom
Henrique Soares da Costa
quarta-feira, 22 de maio de 2013
PARTICIPE CONOSCO DA 2ª QUERMESSE MARIANA
A Paróquia do Anil em São Luís-MA, convida você e sua família para participarem da 2ª Quermesse mariana a realizar-se nos dias: 24,25,26 de maio de 2013. Venha e participe!
"O ESPÍRITO SANTO É O VERDADEIRO MOTOR DA EVANGELIZAÇÃO"
Cidade
do Vaticano (RV) – Quarta-feira é dia de festa no Vaticano: a Praça S. Pedro ficou
lotada esta manhã para a Audiência Geral com o Papa Francisco.
Depois de saudar a multidão com o papamóvel, o Pontífice dedicou sua catequese a mais um trecho do Credo, quando dizemos depois de professar a fé no Espírito Santo: «Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica».
Na verdade, há uma profunda ligação entre estas duas realidades da fé, porque é o Espírito Santo que dá a vida à Igreja, que a guia e anima no anúncio do Evangelho. Evangelizar é a missão da Igreja: a minha, a sua, a nossa missão. “Cada um deve ser evangelizador, sobretudo com a vida!”, disse o Papa. “O Espírito Santo é o verdadeiro motor da evangelização. Para evangelizar, então, é necessário mais uma vez abrir-se à ação do Espírito de Deus, sem medo de saber o que quer e para onde nos leva.”
São sinais da sua intervenção: primeiro, a unidade e a comunhão, como se viu no dia de Pentecostes, quando cada um dos presentes conseguia ouvir os Apóstolos na sua própria língua. Todos falavam uma língua nova: a língua do amor que o Espírito derrama nos nossos corações.
“Não há mais o fechamento de um para com o outro, mas a abertura a Deus, o sair para anunciar a sua Palavra. Às vezes, parece que hoje se repete o que aconteceu em Babel: divisões, incapacidade de compreender-se, rivalidades, invejas e egoísmos. Levar o Evangelho é anunciar e viver em primeira pessoa a reconciliação, o perdão, a paz, a unidade e o amor que o Espírito Santo nos doa.”
O segundo sinal é a coragem humilde que o Espírito dá ao mensageiro do Evangelho, fazendo brotar sempre novas energias, novos caminhos e nova audácia para a missão. “Ele nos dá a coragem de anunciar a novidade do Evangelho de Jesus a todos, com franqueza, de voz alta, em todos os tempos e em todos os lugares. Jamais nos fechemos a esta ação! Vivamos com humildade e coragem o Evangelho!”
Por fim, o terceiro sinal: tudo parte sempre da oração, porque, sem ela, torna-se vazia a nossa ação e sem alma o nosso anúncio. Uma nova evangelização, uma Igreja que evangeliza deve partir sempre da oração, do pedir o fogo do Espírito.
“Renovemos a cada dia a confiança na ação do Espírito Santo, deixemo-nos guiar por Ele, sejamos homens e mulheres de oração, que testemunham com coragem o Evangelho, tornando-se no nosso mundo instrumentos da unidade e da comunhão de Deus.
Ao saudar os fiéis oriundos de vários países, em inglês o Papa convidou todos a rezarem com ele pelas vítimas, especialmente as crianças, do desastre em Oklahoma, nos Estados Unidos. “O Senhor console a todos, em especial os pais que perderam tragicamente um filho.” Na terça-feira, Francisco enviou um telegrama através da Nunciatura Apostólica em Washington ao Arcebispo de Oklahoma, Dom Paul S. Coakley, para manifestar seu pesar e solidariedade para com as vítimas.
Francisco recordou ainda que na sexta-feira, 24, é o dia dedicado à memoria litúrgica da Beata Virgem Maria, Auxílio dos Cristãos, venerada com grande devoção no Santuário de Sheshan em Xangai.
“Convido todos os católicos no mundo a se unirem em oração com os irmãos e as irmãs que estão na China, para implorar de Deus a graça de anunciar com humildade e com alegria Cristo morto e ressuscitado, de ser fiel à sua Igreja e ao Sucessor de Pedro, e de viver a cotidianidade no serviço a seu país e aos seus compatriotas de modo coerente com a fé que professam.”
O Pontífice pediu a intercessão de Maria para que ampare os católicos chineses que, em meios às fadigas cotidianas, continuam a crer, a esperar, a amar, e faça crescer o afeto e a participação da Igreja que está na China ao caminho da Igreja universal, sem temor de falar de Jesus ao mundo e do mundo a Jesus.
(BF)
Depois de saudar a multidão com o papamóvel, o Pontífice dedicou sua catequese a mais um trecho do Credo, quando dizemos depois de professar a fé no Espírito Santo: «Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica».
Na verdade, há uma profunda ligação entre estas duas realidades da fé, porque é o Espírito Santo que dá a vida à Igreja, que a guia e anima no anúncio do Evangelho. Evangelizar é a missão da Igreja: a minha, a sua, a nossa missão. “Cada um deve ser evangelizador, sobretudo com a vida!”, disse o Papa. “O Espírito Santo é o verdadeiro motor da evangelização. Para evangelizar, então, é necessário mais uma vez abrir-se à ação do Espírito de Deus, sem medo de saber o que quer e para onde nos leva.”
São sinais da sua intervenção: primeiro, a unidade e a comunhão, como se viu no dia de Pentecostes, quando cada um dos presentes conseguia ouvir os Apóstolos na sua própria língua. Todos falavam uma língua nova: a língua do amor que o Espírito derrama nos nossos corações.
“Não há mais o fechamento de um para com o outro, mas a abertura a Deus, o sair para anunciar a sua Palavra. Às vezes, parece que hoje se repete o que aconteceu em Babel: divisões, incapacidade de compreender-se, rivalidades, invejas e egoísmos. Levar o Evangelho é anunciar e viver em primeira pessoa a reconciliação, o perdão, a paz, a unidade e o amor que o Espírito Santo nos doa.”
O segundo sinal é a coragem humilde que o Espírito dá ao mensageiro do Evangelho, fazendo brotar sempre novas energias, novos caminhos e nova audácia para a missão. “Ele nos dá a coragem de anunciar a novidade do Evangelho de Jesus a todos, com franqueza, de voz alta, em todos os tempos e em todos os lugares. Jamais nos fechemos a esta ação! Vivamos com humildade e coragem o Evangelho!”
Por fim, o terceiro sinal: tudo parte sempre da oração, porque, sem ela, torna-se vazia a nossa ação e sem alma o nosso anúncio. Uma nova evangelização, uma Igreja que evangeliza deve partir sempre da oração, do pedir o fogo do Espírito.
“Renovemos a cada dia a confiança na ação do Espírito Santo, deixemo-nos guiar por Ele, sejamos homens e mulheres de oração, que testemunham com coragem o Evangelho, tornando-se no nosso mundo instrumentos da unidade e da comunhão de Deus.
Ao saudar os fiéis oriundos de vários países, em inglês o Papa convidou todos a rezarem com ele pelas vítimas, especialmente as crianças, do desastre em Oklahoma, nos Estados Unidos. “O Senhor console a todos, em especial os pais que perderam tragicamente um filho.” Na terça-feira, Francisco enviou um telegrama através da Nunciatura Apostólica em Washington ao Arcebispo de Oklahoma, Dom Paul S. Coakley, para manifestar seu pesar e solidariedade para com as vítimas.
Francisco recordou ainda que na sexta-feira, 24, é o dia dedicado à memoria litúrgica da Beata Virgem Maria, Auxílio dos Cristãos, venerada com grande devoção no Santuário de Sheshan em Xangai.
“Convido todos os católicos no mundo a se unirem em oração com os irmãos e as irmãs que estão na China, para implorar de Deus a graça de anunciar com humildade e com alegria Cristo morto e ressuscitado, de ser fiel à sua Igreja e ao Sucessor de Pedro, e de viver a cotidianidade no serviço a seu país e aos seus compatriotas de modo coerente com a fé que professam.”
O Pontífice pediu a intercessão de Maria para que ampare os católicos chineses que, em meios às fadigas cotidianas, continuam a crer, a esperar, a amar, e faça crescer o afeto e a participação da Igreja que está na China ao caminho da Igreja universal, sem temor de falar de Jesus ao mundo e do mundo a Jesus.
(BF)
terça-feira, 21 de maio de 2013
PAPA: "NÃO DEVE HAVER LUTA DE PODER NA IGREJA"
Cidade
do Vaticano (RV) – “Para o cristão, progredir significa abaixar-se como fez Jesus” –
ressaltou o Papa na missa celebrada na manhã desta terça, 21, na Casa Santa
Marta. Francisco reiterou ainda que o verdadeiro poder é o serviço e que não
deve haver luta pelo poder na Igreja.
O Diretor de Programação da RV, Pe. Andrzej Koprowski sj e um número expressivo de jesuítas que trabalham na emissora concelebraram com o Papa. Estavam também presentes Maria Voce e Giancarlo Faletti, presidente e vice-presidente do Movimento dos Focolares.
Como de costume, o Papa refletiu sobre o episódio narrado no Evangelho do dia, e neste caso, falou a respeito dos discípulos, que discutiam sobre quem era o mais poderoso enquanto Jesus narrava a sua Paixão. “A luta pelo poder na Igreja – observou – não é coisa destes dias...”. E lembrou:
“O verdadeiro poder é o serviço. Como Ele fez, que veio para servir e não para ser servido. Ele se rebaixou até a morte de Cruz por nós, para nos salvar. E não existe na Igreja nenhum outro caminho para progredir. Se não aprendermos esta regra cristã, jamais entenderemos a verdadeira mensagem de Jesus sobre o poder”.
Continuando, Francisco disse que o maior serviço é o serviço aos outros: esta é a regra. E, todavia, desde as origens até hoje, houve sempre “lutas de poder na Igreja”, inclusive “em nosso modo de falar”, como por exemplo – citou – o verbo ‘promover’.
“A verdadeira promoção é a promoção à humilhação, pois é a que mais se assemelha a Jesus”.
No final da homilia, Francisco recordou que Santo Inácio de Loyola, nos Exercícios Espirituais, pedia ao Senhor Crucificado “a graça das humilhações”.
(CM)
O Diretor de Programação da RV, Pe. Andrzej Koprowski sj e um número expressivo de jesuítas que trabalham na emissora concelebraram com o Papa. Estavam também presentes Maria Voce e Giancarlo Faletti, presidente e vice-presidente do Movimento dos Focolares.
Como de costume, o Papa refletiu sobre o episódio narrado no Evangelho do dia, e neste caso, falou a respeito dos discípulos, que discutiam sobre quem era o mais poderoso enquanto Jesus narrava a sua Paixão. “A luta pelo poder na Igreja – observou – não é coisa destes dias...”. E lembrou:
“O verdadeiro poder é o serviço. Como Ele fez, que veio para servir e não para ser servido. Ele se rebaixou até a morte de Cruz por nós, para nos salvar. E não existe na Igreja nenhum outro caminho para progredir. Se não aprendermos esta regra cristã, jamais entenderemos a verdadeira mensagem de Jesus sobre o poder”.
Continuando, Francisco disse que o maior serviço é o serviço aos outros: esta é a regra. E, todavia, desde as origens até hoje, houve sempre “lutas de poder na Igreja”, inclusive “em nosso modo de falar”, como por exemplo – citou – o verbo ‘promover’.
“A verdadeira promoção é a promoção à humilhação, pois é a que mais se assemelha a Jesus”.
No final da homilia, Francisco recordou que Santo Inácio de Loyola, nos Exercícios Espirituais, pedia ao Senhor Crucificado “a graça das humilhações”.
(CM)
domingo, 19 de maio de 2013
PENTECOSTES 2013 - HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
2013-05-19 Rádio Vaticana
Amados
irmãos e irmãs,
Neste dia, contemplamos e revivemos na liturgia a efusão do Espírito Santo realizada por Cristo ressuscitado sobre a sua Igreja; um evento de graça que encheu o Cenáculo de Jerusalém para se estender ao mundo inteiro. Então que aconteceu naquele dia tão distante de nós e, ao mesmo tempo, tão perto que alcança o íntimo do nosso coração? São Lucas dá-nos a resposta na passagem dos Actos dos Apóstolos que ouvimos (2, 1-11). O evangelista leva-nos a Jerusalém, ao andar superior da casa onde se reuniram os Apóstolos. A primeira coisa que chama a nossa atenção é o rombo improviso que vem do céu, «comparável ao de forte rajada de vento», e enche a casa; depois, as «línguas à maneira de fogo» que se iam dividindo e pousavam sobre cada um dos Apóstolos. Rombo e línguas de fogo são sinais claros e concretos, que tocam os Apóstolos não só externamente mas também no seu íntimo: na mente e no coração. Em consequência, «todos ficaram cheios do Espírito Santo», que esparge seu dinamismo irresistível com efeitos surpreendentes: «começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem». Abre-se então diante de nós um cenário totalmente inesperado: acorre uma grande multidão e fica muito admirada, porque cada qual ouve os Apóstolos a falarem na própria língua. É uma coisa nova, experimentada por todos e que nunca tinha sucedido antes: «Ouvimo-los falar nas nossas línguas». E de que falam? «Das grandes obras de Deus».
À luz deste texto dos Actos, quereria reflectir sobre três palavras relacionadas com a acção do Espírito: novidade, harmonia e missão.1. A novidade causa sempre um pouco de medo, porque nos sentimos mais seguros se temos tudo sob controle, se somos nós a construir, programar, projectar a nossa vida de acordo com os nossos esquemas, as nossas seguranças, os nossos gostos. E isto verifica-se também quando se trata de Deus. Muitas vezes seguimo-Lo e acolhemo-Lo, mas até um certo ponto; sentimos dificuldade em abandonar-nos a Ele com plena confiança, deixando que o Espírito Santo seja a alma, o guia da nossa vida, em todas as decisões; temos medo que Deus nos faça seguir novas estradas, faça sair do nosso horizonte frequentemente limitado, fechado, egoísta, para nos abrir aos seus horizontes. Mas, em toda a história da salvação, quando Deus Se revela traz novidade, transforma e pede para confiar totalmente n’Ele: Noé construiu uma arca, no meio da zombaria dos demais, e salva-se; Abraão deixa a sua terra, tendo na mão apenas uma promessa; Moisés enfrenta o poder do Faraó e guia o povo para a liberdade; os Apóstolos, antes temerosos e trancados no Cenáculo, saem corajosamente para anunciar o Evangelho. Não se trata de seguir a novidade pela novidade, a busca de coisas novas para se vencer o tédio, como sucede muitas vezes no nosso tempo. A novidade que Deus traz à nossa vida é verdadeiramente o que nos realiza, o que nos dá a verdadeira alegria, a verdadeira serenidade, porque Deus nos ama e quer apenas o nosso bem. Perguntemo-nos a nós mesmos: Permanecemos abertos às «surpresas de Deus»? Ou fechamo-nos, com medo, à novidade do Espírito Santo? Mostramo-nos corajosos para seguir as novas estradas que a novidade de Deus nos oferece, ou pomo-nos à defesa fechando-nos em estruturas caducas que perderam a capacidade de acolhimento?
2. Segundo pensamento: à primeira vista o Espírito Santo parece criar desordem na Igreja, porque traz a diversidade dos carismas, dos dons. Mas não; sob a sua acção, tudo isso é uma grande riqueza, porque o Espírito Santo é o Espírito de unidade, que não significa uniformidade, mas a recondução do todo à harmonia. Quem faz a harmonia na Igreja é o Espírito Santo. Um dos Padres da Igreja usa uma expressão de que gosto muito: o Espírito Santo «ipse harmonia est – Ele próprio é a harmonia». Só Ele pode suscitar a diversidade, a pluralidade, a multiplicidade e, ao mesmo tempo, realizar a unidade. Também aqui, quando somos nós a querer fazer a diversidade fechando-nos nos nossos particularismos, nos nossos exclusivismos, trazemos a divisão; e quando somos nós a querer fazer a unidade segundo os nossos desígnios humanos, acabamos por trazer a uniformidade, a homogeneização. Se, pelo contrário, nos deixamos guiar pelo Espírito, a riqueza, a variedade, a diversidade nunca dão origem ao conflito, porque Ele nos impele a viver a variedade na comunhão da Igreja. O caminhar juntos na Igreja, guiados pelos Pastores – que para isso têm um carisma e ministério especial – é sinal da acção do Espírito Santo; uma característica fundamental para cada cristão, cada comunidade, cada movimento é a eclesialidade. É a Igreja que me traz Cristo e me leva a Cristo; os caminhos paralelos são perigosos! Quando alguém se aventura ultrapassando (proagon) a doutrina e a Comunidade eclesial e deixando de permanecer nelas, não está unido ao Deus de Jesus Cristo (cf. 2 Jo 9). Por isso perguntemo-nos: Estou aberto à harmonia do Espírito Santo, superando todo o exclusivismo? Deixo-me guiar por Ele, vivendo na Igreja e com a Igreja?3. O último ponto. Diziam os teólogos antigos: a alma é uma espécie de barca à vela; o Espírito Santo é o vento que sopra na vela, impelindo-a para a frente; os impulsos e incentivos do vento são os dons do Espírito. Sem o seu incentivo, sem a sua graça, não vamos para a frente. O Espírito Santo faz-nos entrar no mistério do Deus vivo e salva-nos do perigo de uma Igreja gnóstica e de uma Igreja narcisista, fechada no seu recinto; impele-nos a abrir as portas e sair para anunciar e testemunhar a vida boa do Evangelho, para comunicar a alegria da fé, do encontro com Cristo. O Espírito Santo é a alma da missão. O sucedido em Jerusalém, há quase dois mil anos, não é um facto distante de nós, mas um facto que nos alcança e se torna experiência viva em cada um de nós. O Pentecostes do Cenáculo de Jerusalém é o início, um início que se prolonga. O Espírito Santo é o dom por excelência de Cristo ressuscitado aos seus Apóstolos, mas Ele quer que chegue a todos. Como ouvimos no Evangelho, Jesus diz: «Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco» (Jo 14, 16). É o Espírito Paráclito, o «Consolador», que dá a coragem de levar o Evangelho pelas estradas do mundo! O Espírito Santo ergue o nosso olhar para o horizonte e impele-nos para as periferias da existência a fim de anunciar a vida de Jesus Cristo. Perguntemo-nos, se tendemos a fechar-nos em nós mesmos, no nosso grupo, ou se deixamos que o Espírito Santo nos abra à missão.
A liturgia de hoje é uma grande súplica, que a Igreja com Jesus eleva ao Pai, para que renove a efusão do Espírito Santo. Cada um de nós, cada grupo, cada movimento, na harmonia da Igreja, se dirija ao Pai pedindo este dom. Também hoje, como no dia do seu nascimento, a Igreja invoca juntamente com Maria: «Veni Sancte Spiritus… – Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor»! Amen.
Neste dia, contemplamos e revivemos na liturgia a efusão do Espírito Santo realizada por Cristo ressuscitado sobre a sua Igreja; um evento de graça que encheu o Cenáculo de Jerusalém para se estender ao mundo inteiro. Então que aconteceu naquele dia tão distante de nós e, ao mesmo tempo, tão perto que alcança o íntimo do nosso coração? São Lucas dá-nos a resposta na passagem dos Actos dos Apóstolos que ouvimos (2, 1-11). O evangelista leva-nos a Jerusalém, ao andar superior da casa onde se reuniram os Apóstolos. A primeira coisa que chama a nossa atenção é o rombo improviso que vem do céu, «comparável ao de forte rajada de vento», e enche a casa; depois, as «línguas à maneira de fogo» que se iam dividindo e pousavam sobre cada um dos Apóstolos. Rombo e línguas de fogo são sinais claros e concretos, que tocam os Apóstolos não só externamente mas também no seu íntimo: na mente e no coração. Em consequência, «todos ficaram cheios do Espírito Santo», que esparge seu dinamismo irresistível com efeitos surpreendentes: «começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem». Abre-se então diante de nós um cenário totalmente inesperado: acorre uma grande multidão e fica muito admirada, porque cada qual ouve os Apóstolos a falarem na própria língua. É uma coisa nova, experimentada por todos e que nunca tinha sucedido antes: «Ouvimo-los falar nas nossas línguas». E de que falam? «Das grandes obras de Deus».
À luz deste texto dos Actos, quereria reflectir sobre três palavras relacionadas com a acção do Espírito: novidade, harmonia e missão.1. A novidade causa sempre um pouco de medo, porque nos sentimos mais seguros se temos tudo sob controle, se somos nós a construir, programar, projectar a nossa vida de acordo com os nossos esquemas, as nossas seguranças, os nossos gostos. E isto verifica-se também quando se trata de Deus. Muitas vezes seguimo-Lo e acolhemo-Lo, mas até um certo ponto; sentimos dificuldade em abandonar-nos a Ele com plena confiança, deixando que o Espírito Santo seja a alma, o guia da nossa vida, em todas as decisões; temos medo que Deus nos faça seguir novas estradas, faça sair do nosso horizonte frequentemente limitado, fechado, egoísta, para nos abrir aos seus horizontes. Mas, em toda a história da salvação, quando Deus Se revela traz novidade, transforma e pede para confiar totalmente n’Ele: Noé construiu uma arca, no meio da zombaria dos demais, e salva-se; Abraão deixa a sua terra, tendo na mão apenas uma promessa; Moisés enfrenta o poder do Faraó e guia o povo para a liberdade; os Apóstolos, antes temerosos e trancados no Cenáculo, saem corajosamente para anunciar o Evangelho. Não se trata de seguir a novidade pela novidade, a busca de coisas novas para se vencer o tédio, como sucede muitas vezes no nosso tempo. A novidade que Deus traz à nossa vida é verdadeiramente o que nos realiza, o que nos dá a verdadeira alegria, a verdadeira serenidade, porque Deus nos ama e quer apenas o nosso bem. Perguntemo-nos a nós mesmos: Permanecemos abertos às «surpresas de Deus»? Ou fechamo-nos, com medo, à novidade do Espírito Santo? Mostramo-nos corajosos para seguir as novas estradas que a novidade de Deus nos oferece, ou pomo-nos à defesa fechando-nos em estruturas caducas que perderam a capacidade de acolhimento?
2. Segundo pensamento: à primeira vista o Espírito Santo parece criar desordem na Igreja, porque traz a diversidade dos carismas, dos dons. Mas não; sob a sua acção, tudo isso é uma grande riqueza, porque o Espírito Santo é o Espírito de unidade, que não significa uniformidade, mas a recondução do todo à harmonia. Quem faz a harmonia na Igreja é o Espírito Santo. Um dos Padres da Igreja usa uma expressão de que gosto muito: o Espírito Santo «ipse harmonia est – Ele próprio é a harmonia». Só Ele pode suscitar a diversidade, a pluralidade, a multiplicidade e, ao mesmo tempo, realizar a unidade. Também aqui, quando somos nós a querer fazer a diversidade fechando-nos nos nossos particularismos, nos nossos exclusivismos, trazemos a divisão; e quando somos nós a querer fazer a unidade segundo os nossos desígnios humanos, acabamos por trazer a uniformidade, a homogeneização. Se, pelo contrário, nos deixamos guiar pelo Espírito, a riqueza, a variedade, a diversidade nunca dão origem ao conflito, porque Ele nos impele a viver a variedade na comunhão da Igreja. O caminhar juntos na Igreja, guiados pelos Pastores – que para isso têm um carisma e ministério especial – é sinal da acção do Espírito Santo; uma característica fundamental para cada cristão, cada comunidade, cada movimento é a eclesialidade. É a Igreja que me traz Cristo e me leva a Cristo; os caminhos paralelos são perigosos! Quando alguém se aventura ultrapassando (proagon) a doutrina e a Comunidade eclesial e deixando de permanecer nelas, não está unido ao Deus de Jesus Cristo (cf. 2 Jo 9). Por isso perguntemo-nos: Estou aberto à harmonia do Espírito Santo, superando todo o exclusivismo? Deixo-me guiar por Ele, vivendo na Igreja e com a Igreja?3. O último ponto. Diziam os teólogos antigos: a alma é uma espécie de barca à vela; o Espírito Santo é o vento que sopra na vela, impelindo-a para a frente; os impulsos e incentivos do vento são os dons do Espírito. Sem o seu incentivo, sem a sua graça, não vamos para a frente. O Espírito Santo faz-nos entrar no mistério do Deus vivo e salva-nos do perigo de uma Igreja gnóstica e de uma Igreja narcisista, fechada no seu recinto; impele-nos a abrir as portas e sair para anunciar e testemunhar a vida boa do Evangelho, para comunicar a alegria da fé, do encontro com Cristo. O Espírito Santo é a alma da missão. O sucedido em Jerusalém, há quase dois mil anos, não é um facto distante de nós, mas um facto que nos alcança e se torna experiência viva em cada um de nós. O Pentecostes do Cenáculo de Jerusalém é o início, um início que se prolonga. O Espírito Santo é o dom por excelência de Cristo ressuscitado aos seus Apóstolos, mas Ele quer que chegue a todos. Como ouvimos no Evangelho, Jesus diz: «Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco» (Jo 14, 16). É o Espírito Paráclito, o «Consolador», que dá a coragem de levar o Evangelho pelas estradas do mundo! O Espírito Santo ergue o nosso olhar para o horizonte e impele-nos para as periferias da existência a fim de anunciar a vida de Jesus Cristo. Perguntemo-nos, se tendemos a fechar-nos em nós mesmos, no nosso grupo, ou se deixamos que o Espírito Santo nos abra à missão.
A liturgia de hoje é uma grande súplica, que a Igreja com Jesus eleva ao Pai, para que renove a efusão do Espírito Santo. Cada um de nós, cada grupo, cada movimento, na harmonia da Igreja, se dirija ao Pai pedindo este dom. Também hoje, como no dia do seu nascimento, a Igreja invoca juntamente com Maria: «Veni Sancte Spiritus… – Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor»! Amen.
PARÓQUIA DO ANIL - CASAMENTOS COMUNITÁRIOS
Em 28 de maio de 2013, às 19:30h. na Igreja matriz do Anil - São Luís MA, celebrou-se o matrimônio de 24 casais. Houve uma participação grandiosa por parte dos fiéis e dos familiares dos noivos.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
PENTECOSTES 2013
O próximo Domingo de Pentecostes começa... no
Sábado... com uma grande Vigília na Praça de São Pedro
No sábado, 18 de Maio, no contexto do Ano da Fé, às seis horas da tarde, na Praça de São Pedro, o Papa Francisco presidirá à Vigília de Pentecostes dedicada a todos os movimentos, com a peregrinação ao Túmulo de Pedro e a invocação ao Espírito Santo. Com efeito, de 18 a 19 de Maio, em Roma, as Células Paroquiais de Evangelização irão em peregrinação ao Túmulo do Apóstolo Pedro, sob o tema "Eu creio, mas, aumenta a nossa fé". Conforme um comunicado da Acção Católica, trata-se de uma iniciativa no âmbito do Ano da Fé e por uma proposta pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização. No Domingo 19 de Maio às 10h00, na Praça de São Pedro, o Papa Francisco presidirá a Missa com os Movimentos Eclesiais na solenidade de Pentecostes. No final da solene cerimónia, o Bispo de Roma rezará com os fiéis a antífona mariana do Regina Coeli.
Durante os próximos dias muitas são as actividades na Santa Sé e um pouco por todo o mundo católico. Destacamos aqui alguns desses eventos:
- De 15 a 16 de Maio, o Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, realizará uma visita à cidade italiana de Milão, à qual foi convidado pelo seu Arcebispo, o cardeal Angelo Scola. Esta histórica visita representará o momento central das iniciativas da Diocese Ambrosiana para comemorar os 1700 anos do Edito de Milão, e o início da liberdade religiosa no Ocidente. A este respeito, deve-se notar que esta visita tinha sido inicialmente agendada para os dias 20 e 21 do passado mês de Março. Mas teve de ser adiada na sequência da demissão do ministério petrino de Bento XVI e da convocação do Conclave.
- Na quinta-feira 16 de Maio, no Salão Sistino da Biblioteca Vaticana, será apresentado o volume "A Biblioteca Vaticana entre Reforma Católica, aumento colecções e novo edifício (1535-1590)", de Massimo Ceresa.
- De 16 a 20 de Maio celebra-se na Alemanha a 99ª edição do Katholikentag, ou seja, o encontro anual dos católicos alemães.
- Na sexta-feira, 17 de Maio, no Braço de Carlo Magno, na Praça de São Pedro, será inaugurada a exposição intitulada "Argentina – o gaúcho, tradição, arte e fé". Pela primeira vez na Cidade do Vaticano e na Itália será apresentado o grande património artístico que caracterizou e caracteriza a história e as tradições do povo argentino.
- Nesse mesmo dia (17), também às seis da tarde, na Espanha, na Catedral de Santiago de Compostela, o Cardeal Secretário de Estado Tarcisio Bertone, conferirá a ordenação episcopal a Dom José Rodríguez Carballo, OFM, Arcebispo titular de Belcastro, novo Secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.
- De 18 a 19 de Maio em Bogotá, na Colômbia, celebrar-se-á o Fórum Ecuménico para a Paz neste País, organizado pela Conferência Episcopal da Colômbia. Trata-se de um evento que contará com a participação de cerca de 500 pessoas, e com o qual se dará início à Semana de oração pela unidade dos cristãos no País, de 19 a 26 de Maio. O objectivo do evento é enviar uma mensagem forte ao Governo nacional, mas também aos guerrilheiros das FARC e outros grupos activos, fazendo-lhes chegar o desejo de paz que anima a todo o povo colombiano.
- De 18 a 23 de Maio o Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Unidade entre os Cristãos realizará uma visita a Riga, na Letónia.
- Na segunda-feira 20 de Maio, os Bispos italianos da Região da Sicília realizarão a sua visita ad Limina Apostolorum.
- Nesse mesmo dia (20), o Conselho Pontifício para a Cultura celebrará o seu 31° aniversário de existência, por ter sido instituído em 20 de Maio de 1982 pelo Beato Papa João Paulo II, a fim de "promover as relações entre a Santa Sé e o mundo da cultura.
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